sexta-feira, 16 de maio de 2014

TERÇOL E CALÁZIO



Quase todas as lesões da pálpebra são popularmente consideradas terçóis, embora existam duas patologias diferentes responsáveis por seu aparecimento: uma com infecção, o terçol, e a outra sem infecção, o calázio.
Distinção clínica
O terçol ou hordéolo é provocado pela inflamação das glândulas Zeis e Mol. A lesão se instala mais na borda da pálpebra, perto dos cílios, e  vem acompanhada dos  sinais típicos de infecção provocada por bactérias: dor, rubor e calor. Em geral, a ferida drena e desaparece espontaneamente.
Já o calázio, ou chalázeo, é provocado pela inflamação da glândula de Meibômio. Esse processo inflamatório não é produzido por bactérias. No entanto, mesmo depois de controlado, uma lesão pode permanecer na pálpebra sob a forma de um granuloma, que aumentará de tamanho, quando a secreção produzida pela glândula não conseguir ser eliminada. O aparecimento frequente de calázios pode ser indicativo de algum defeito de refração do olho.
Evolução
A evolução do terçol e do calázio é semelhante. Dois ou três dias depois de instalado o quadro, em geral, o terçol drena e desaparece. O calázio pode regredir também espontaneamente no mesmo tempo. No entanto, quando aparece um granuloma no local, podem ocorrer
recidivas.
Tratamento
O tratamento do terçol é feito com aplicação local de calor úmido. Nos casos de infecção por bactérias, o oftalmologista irá indicar a aplicação de colírios ou pomadas com antibióticos. Pacientes idosos ou muito debilitados podem requerer uma cobertura sistêmica de antibióticos por via oral, porque a irrigação da pálpebra é muito rica e a infecção pode disseminar-se. Em condições normais, porém, bastam o antibiótico de uso tópico e a aplicação de compressas de água quente.
No tratamento do calázio, utilizam-se compressas de calor úmido. Medicamentos com corticoides e antibióticos são contraindicados. Se o quadro repetir-se com frequência, deve ser pedida uma avaliação refracional dos olhos.
Recomendações
* Mãos limpas são sempre o melhor remédio para evitar a transmissão de vírus e bactérias. Lave as mãos várias vezes ao dia e evite passar o dedo no local em que apareceram lesões oculares;
* Aplique compressas com calor úmido, pois ajudam a combater tanto o terçol quanto o calázio, lesões que aparecem nas pálpebras e incomodam bastante;
* Saiba que a avaliação refracional é um exame muito importante para verificar a ocorrência de problemas da visão, como o astigmatismo, miopia,  e para explicar as recidivas de quadros  de calázio;
* Não esqueça que o excesso de oleosidade pode formar uma espécie de rolha que bloqueia a saída da secreção nas lesões na pálpebra.  Cuidados de higiene da pele com xampus de pH neutro, que funcionam como detergente, ajudam a desobstruir os canículos das glândulas de Meibômio e a evitar a formação de calázios;
*  Procure um oftalmologista  para diagnóstico e indicação do tratamento adequado sempre que surgirem lesões nas pálpebras ou quando as recidivas forem frequentes.
Fonte:http://drauziovarella.com.br/

domingo, 30 de março de 2014

Infecção urinária



O que é infecção urinária e por que ela acontece?
É a ação de uma bactéria que entra pelo canal da uretra e vai até a bexiga, provocando inflação do órgão e contaminação da urina. Esse microorganismo atua de forma benéfica no trato intestinal, mas quando entra em contato com o sistema urinário torna-se nocivo e causa desconforto ao paciente.
Por que acomete mais às mulheres?
Devido a uma questão anatômica. A uretra feminina é mais curta, o que facilita a chegada da bactéria até a bexiga. Além disso, ela fica próxima da vagina e do ânus, uma área bastante suscetível à presença de bactérias.
É importante urinar depois do sexo?
Sim, porque quando urinamos nós automaticamente lavamos a bexiga. A entrada da bactéria na bexiga é favorecida por tudo que a empurre na direção do órgão, como o próprio ato mecânico da relação sexual.
É transmissível?
Não. A bactéria é do próprio corpo do indivíduo e não é repassada.
Quais os principais sintomas?
Dor no baixo ventre e na hora de urinar, liberar pouca urina, vontade frequente de ir ao banheiro, e odor da urina mais forte.
Como se prevenir?
Ingerir bastante líquido ao longo do dia, cerca de um 1,5 litro de água, higienizar a área genital antes e depois da atividade sexual e, ao higienizar a vulva e região perianal, limpar sempre no sentido da frente para trás, com objetivo de evitar que bactérias passem do ânus para a vagina.
Tratamento
É feito por meio de antibióticos.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Gripe H1N1



  

A gripe H1N1, ou influenza A, é provocada pelo vírus H1N1 da influenza do tipo A. Ele é resultado da combinação de segmentos genéticos do vírus humano da gripe, do vírus da gripe aviária e do vírus da gripe suína, que infectaram porcos simultaneamente.


O período de incubação varia de 3 a 5 dias. A transmissão pode ocorrer antes de aparecerem os sintomas. Ela se dá pelo contato direto com os animais ou com objetos contaminados e de pessoa para pessoa, por via aérea ou por meio de partículas de saliva e de secreções das vias respiratórias. Experiências recentes indicam que esse vírus não é tão agressivo quanto se imaginava.
Segundo a OMS e o CDC (Center for Deseases Control), um centro de controle de enfermidades, nos Estados Unidos, não há risco de esse vírus ser transmitido através da ingestão de carne de porco, porque ele será eliminado durante o cozimento em temperatura elevada (71º Celsius).
Sintomas
Os sintomas da gripe H1N1 são semelhantes aos causados pelos vírus de outras gripes. No entanto, requer cuidados especiais a pessoa que apresentar febre alta, acima de 38º, 39º, de início repentino, dor muscular, de cabeça, de garganta e nas articulações, irritação nos olhos, tosse, coriza, cansaço e inapetência. Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarreia.
Diagnóstico
Existem testes laboratoriais rápidos que revelam se a pessoa foi infectada por algum vírus da gripe. No caso do H1N1, como se trata de uma cepa nova, o resultado demora aproximadamente 15 dias. No entanto, nos Estados Unidos, já foram desenvolvidos “kits” para diagnóstico, que aceleram o processo de identificação do H1N1.
Vacina

A vacina contra a influenza tipo A é feita com o vírus (H1N1) da doença inativo e fracionado. Os efeitos colaterais são insignificantes se comparados com os benefícios que pode trazer na prevenção de uma doença sujeita a complicações graves em muitos casos.
Existe ainda uma vacina com ação trivalente, pois imuniza contra o H1N1e o H3N2 dainfluenza A e contra o da influenza B.
É bom lembrar que a vacina contra gripe sazonal que está sendo distribuída atualmente no Brasil foi preparada a partir de uma seleção de subtipos de vírus que representavam ameaça antes de aparecer o H1N1, uma variante nova de vírus influenza tipo A.
Tratamento

É de extrema importância evitar a automedicação. O uso dos remédios sem orientação médica pode facilitar o aparecimento de cepas resistentes à medicação Os princípios ativos fosfato de oseltamivir e zanamivir, presentes em alguns antigripais (Tamiflu e Relenza) e já utilizados no tratamento da gripe aviária, têm-se mostrado eficazes contra o vírus H1N1, especialmente se ministrados nas primeiras 48 horas, que se seguem ao aparecimento dos sintomas.


Recomendações
Para proteger-se contra a infecção ou evitar a transmissão do vírus, o Center Deseases Control (CDC) recomenda:
* Lavar frequentemente as mãos com bastante água e sabão ou desinfetá-las com produtos à base de álcool;
* Jogar fora os lenços descartáveis usados para cobrir a boca e o nariz, ao tossir ou espirrar;
* Evitar aglomerações e o contato com pessoas doentes;
* Não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo;
* Não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal;
* Suspender, na medida do possível, as viagens para os lugares onde haja casos da doença;
* Procurar assistência médica se surgirem sintomas que possam ser confundidos com os da infecção pelo vírus da influenza tipo A.

Fonte: http://drauziovarella.com.br

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Acne vulgar



Acne vulgar é uma doença dermatológica bastante comum associada à produção dos hormônios sexuais masculinos. Ela afeta as glândulas pilossebáceas que passam a produzir uma quantidade maior de secreção gordurosa. Essa secreção não consegue ultrapassar a abertura do poro e ali se acumula formando comodões abertos (cravos pretos)  que oxidam e escurecem em contato com o ar, ou comedões fechados (cravos brancos). O acúmulo dessa substância retida pela obstrução dos folículos pilosos favorece a infecção por bactérias, especialmente pela Propionibacterium acnes.
A acne vulgar não é contagiosa. A doença se manifesta mais na puberdade, adolescência e nos adultos jovens. Nas mulheres, pode persistir por mais tempo e é chamada acne da mulher adulta. Nesses casos, as lesões se instalam especialmente na região da mandíbula e podem estar correlacionadas com o ciclo menstrual. Nos homens, os quadros costumam ser mais graves e, sem tratamento, podem estender-se por décadas.

Classificação
De acordo com os diferentes tipos e gravidade das lesões, a acne vulgar pode ser classificada em:
  1. Acne grau I (comedônica): comedões abertos e fechados sem sinais inflamatórios;
  2. Acne grau II (pápulo-pustulosa): comedões, pápulas vermelhas e inflamadas e pústulas (espinhas) com pus;
  3.  Acne grau III (nódulo-cística): aparecimento de cistos, ou seja, de lesões mais profundas, inflamadas e dolorosas;
  4. Acne grau IV (conglobata): nódulos, abcessos e cistos purulentos, muito inflamados e intercomunicantes. Essa forma da doença pode conferir ao portador aspecto desfigurante;
  5. Acne grau V (fulminans): forma rara que provoca queda do estado geral do paciente e exige internação hospitalar.
Causas e fatores de risco
Acne é uma doença multifatorial. Hereditariedade, predisposição genética, alterações na produção dos hormônios sexuais, infecção por bactérias e até o estresse emocional são considerados fatores de risco para a manifestação da moléstia ou agravamento do quadro. Embora não haja estudos comprovando a correlação entre a dieta e o aparecimento das lesões, se o paciente notar que certos alimentos gordurosos (chocolate, frituras, nozes, amendoins, por exemplo) pioram as crises, deve excluí-los da dieta habitual. Pessoas com pele oleosa devem evitar também o uso de produtos de maquilagem, loções e hidratantes gordurosos.

Sintomas
As lesões da acne vulgar surgem mais na face, ombros, peito e costas e variam de intensidade de acordo com o tipo de pele e predisposição para a enfermidade. Dor, coceira e irritação nas áreas afetadas são sintomas da doença. Além desses, por causa da aparência que as lesões conferem aos portadores, podem surgir problemas emocionais, de sociabilidade e comprometimento da autoestima.
Lesões mais graves e a manipulação inadequada das feridas pelos próprios pacientes podem ser responsáveis pelo aparecimento de cicatrizes difíceis de corrigir.

Diagnóstico
O diagnóstico clínico considera a presença de comedões, o aspecto das lesões e a história do paciente. É sempre importante estabelecer o diagnóstico diferencial com outras doenças que causam pápulas e pústulas para orientar o tratamento específico para acne vulgar.

Tratamento
O tratamento tem como referência o tipo e a gravidade das lesões e deve ser mantido até seu desaparecimento completo. Nos casos mais leves, pode ser suficiente a aplicação local de medicamentos (tretinoína/ácido retinoico, peróxido de benzoíla) para desobstruir os folículos pilosos, controlar a oleosidade e impedir o desenvolvimento de bactérias.
Os antibióticos por via oral ou tópica ou, ainda, sob a forma de injeções no interior das lesões representam uma opção terapêutica para os casos de acne inflamatória e purulenta.
Limpeza da pele para remover os comedões abertos e fechados só faz sentido se fizer parte do tratamento da acne prescrito por um dermatologista. Peelings químicos, microdermoabrasão e laser são outros métodos terapêuticos indicados para a acne vulgar.

Recomendações
Sempre é bom repetir que:
* Lavar o rosto várias vezes por dia não previne o aparecimento da acne vulgar nem melhora as lesões já instaladas, mas é muito importante limpar a pele, especialmente à noite, antes de dormir;
* Espremer as espinhas pode resultar na formação de cicatrizes definitivas;
* Expor o rosto aos raios solares não tem efeito curativo sobre as lesões provocadas pela acne;
* Procurar ajuda psicológica pode representar um recurso importante para os portadores de acne com prejuízo da autoestima;
* Seguir as orientações de um dermatologista é a melhor, senão a única, maneira de tratar as doenças da pele.

Fonte: http://drauziovarella.com.br

terça-feira, 26 de março de 2013

Doenças de outono

Transição entre verão e estação das folhas é caracterizada pelas infecções respiratórias



A transição entre o verão e o outono é marcada pela queda brusca da temperatura e pela baixa na umidade relativa do ar, estes fatores dificultam a dispersão de partículas, o que compromete o sistema respiratório e cardiovascular. Os resultados são quadros de cansaço e dificuldade para respirar, pele seca e suscetível a rachaduras e alergias e infecções respiratórias.

O grupo de risco inclui crianças, idosos e pacientes de doenças crônicas. Estes estão mais suscetíveis a síndromes gripais, como bronquites, asma, rinossinusopatia e tosse seca. “Durante a troca de estações, as condições crônicas tornam-se mais abaladas para pacientes de bronquites, asma, rinite e sinusites. O uso de umidificadores de ar pode amenizar as dificuldades respiratórias. É importante, também, estar atento a possíveis irritações nos olhos. Secura e coceira podem indicar um quadro de conjuntivite, comum durante o outono. Em casos de tosse e febre por mais de cinco dias, o ideal é procurar tratamento médico”,
Para evitar que estes problemas apareçam junto com a nova estação,  indico cinco atitudes simples:

1. Hidrate bem o organismo
As pessoas costumam se preocupar muito com hidratação durante o verão, pois é uma época em que se perde muito líquido. Porém, no outono não é diferente. Apesar das temperaturas mais amenas, o ar fica seco, e o consumo de água é essencial.
2. Evite permanecer em locais fechados
A proliferação de certos vírus é muito grande nesta época do ano, e locais fechados favorecem este processo. Procure deixar as janelas abertas para permitir que o ar circule.
3. Lave as mãos constantemente
Essa dica não vale apenas para a troca de estações: ela deve tornar-se um hábito. “Estamos em contato com diversos objetos que podem estar contaminados, por isso é imprescindível lavar as mãos com água e sabonete, de preferência líquido, e sempre que possível fazer uso do álcool em gel para finalizar”,
4. Mantenha uma alimentação balanceada
As síndromes gripais, que são mais comuns durante o outono, atingem principalmente crianças e idosos por conta do sistema imunológico frágil. Equilibrar a alimentação com os nutrientes e vitaminas necessários evita que o corpo fique vulnerável a contaminações.
5. Hidrate bem a pele
Além de hidratar por dentro, é importante hidratar também por fora. “É comum notarmos que a pele fica mais seca com a chegada do outono. Isso pode acarretar rachaduras e irritações que desenvolvem alergias na pele”, explica a especialista. A indicação é usar um hidratante específico para o rosto e outro para o corpo. Evite banhos muito quentes, pois eles favorecem o ressecamento da pele.

Pálpebra Tremendo



O que fazer quando a pálpebra estiver tremendo sem parar?


Certamente você já deve ter sentido alguma vez a sua pálpebra tremer rapidamente ao longo de alguns minutos. Pois saiba que isso é sinal de estresse e ansiedade. A boa notícia é que dá para aliviar essa sensação de maneira simples.
Basta encher o peito de ar lentamente e soltar, também devagar, por 30 segundos. Repita esse exercício dez vezes e note como os seus olhos se tornam mais relaxados.
Além disso, é importante aliviar diariamente o estresse diário que eles costumam sofrer. Para isso, faça uma compressa de chá de camomila ou arruda, frio ou gelado. basta cobri-los com algodão ou gaze embebidos em uma dessas soluções por dez minutos. Outra opção é usar soro fisiológico frio ou gelado como compressa ou colírio.
Ao longo do dia, vale ainda dar um descanso para eles. Para isso, basta cobri-los com as mãos de três a cinco minutos. “Cobrir os olhos, sem deixar passar nenhuma luminosidade, tem duas funções importantes. Primeiro, descansa completamente o nervo ótico, pois elimina toda a luz vinda de fora e dirige a mente à escuridão. Isso afeta todo o sistema nervoso e resulta num relaxamento geral. Além disso, esse gesto tão simples ensina ao cérebro que nem sempre os olhos precisam se esforçar, que podem funcionar melhor por meio do relaxamento em vez do estresse”,

 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Tosse


Tosse é um reflexo natural do aparelho respiratório que surge como consequência de um processo irritativo. Em muitos aspectos, esse reflexo é benéfico, pois ajuda a expulsar secreção ou corpos estranhos.
Há dois tipos de tosse: a tosse seca e a tosse produtiva. É a presença ou não de muco que estabelece a diferença. Na tosse produtiva a secreção se movimenta e é eliminada; na seca, esse catarro parece não existir. É importante avaliar se a tosse é, realmente, seca ou se a secreção não flui por desidratação ou tratamento incorreto.
A tosse pode ser sintoma de muitas doenças: do resfriado comum ao câncer de pulmão.
Sintomas
Os sintomas associados à tosse podem ajudar a esclarecer sua causa. São eles: secreção nasal (coriza), sensação de secreção que escorre do fundo da garganta, chiado no peito ou falta e ar, queimação no estômago e gosto amargo na boca, tosse com sangue (casos mais raros).
Causas
O fumo é a principal causa de tosse, porque aumenta o volume de muco produzido pelos brônquios; causa irritação física e química das mucosas; destrói os cílios que cobrem o revestimento interno dos brônquios; facilita o acúmulo de material estranho às vias aéreas.

Outras causas importantes são a sinusite, principalmente em crianças, a síndrome do gotejamento pós-nasal, a asma, o refluxo gastroesofágico, as infecções respiratórias, a bronquite crônica e os medicamentos para controle da hipertensão.
Diagnóstico
É de suma importância estabelecer o diagnóstico diferencial da causa da tosse. Para tanto, além do exame clínico e do levantamento do histórico do paciente, alguns exames de laboratório e de imagem podem ser absolutamente necessários.
Outro dado importante para o diagnóstico é o aspecto da secreção da tosse produtiva. Quando é aquosa e clara, está geralmente associada a alergias, infecções virais das vias respiratórias superiores, asma ou irritações provocadas pelo fumo. Secreção mais espessa, de coloração amarelada ou esverdeada, pode indicar bronquite, sinusite ou pneumonia. As cores marrom e vermelha indicam presença de sangue e sugerem irritações graves, como pneumonia, tuberculose ou câncer de pulmão.
Tratamento
O tratamento da tosse depende diretamente de que o diagnóstico seja bem estabelecido e a causa inteiramente determinada.
Recomendações
* Beba bastante água. A água é o melhor antitussígeno que se conhece, pois facilita a movimentação do muco sobre a camada de cílios;
* Dê preferência aos líquidos quentes, que costumam trazer alívio sintomático. Dê preferência aos chás de nossas avós: chá com limão e mel, de camomila, erva cidreira, erva doce, entre outros. Chá preto e chá mate devem ser evitados por causa do alto teor de cafeína;
* Mantenha a cabeça elevada, à noite, usando travesseiros extras ou levantando a cabeceira da cama com calços;
* Mantenha os ambientes bem ventilados;
* Aumente o teor de umidade do ar com umidificadores ou vaporizadores. Tome banhos quentes prolongados para respirar bastante vapor.
* Não tome remédios por conta própria. Procure assistência médica para diagnóstico e tratamento da tosse